segunda-feira, 29 de março de 2010

Fogo Conselho

FOGO DE CONSELHO


O que é um Fogo de Conselho
Mensagem da Fogueira
Organização de um Fogo de Conselho
Disposição dos elementos no Fogo de Conselho
A fogueira
Tipos de Fogueiras











O que é um fogo de conselho?

"Transição entre o dia e a noite; a passagem da actividade ao repouso”
"Léon Chanterelle"


Reunião de amigos que viveram o mesmo dia, que se empenharam e participaram nas mesmas actividades;
Actividade que procura encontrar o equilíbrio entre a excitação de um dia cheio de empreendimentos e a necessidade que cada um tem de se recolher e fortalecer;
Preparação do recolhimento e entrada em contracto com Deus (por parte de cada um e de todos) para acção de graças e pedir ajuda para o dia seguinte;
Ocasião em que se faz revisão do dia por meio de representações

MENSAGEM DA FOGUEIRA
Não há nada mais belo que uma luz de uma chama no meio da noite que nos aquece, que nos ilumina e nos guia...
Ela envolve-nos de tal forma que quando está bem viva consegue fazer-nos mais vivos também... Mas quando a chama perde a sua força, também um pouco da nossa força se dissipa na imensidão da noite... O fogo que há em nós torna-se mais fraco....
Esta luz natural conhece-nos melhor que nós próprios pois está connosco desde o nosso nascimento, nos nossas refeições, no atingir do nosso caminho, iluminando-nos na escuridão... é ela que nos abraça quando temos frio... a luz, e o fogo em si, são um símbolo da nossa vida!
Quem já teve o prazer de se contemplar observando o centro de uma chama e ter sido como que consumido pela alegria e tristeza que ela emana, sabe o quanto é bom abstrair-mo-nos em algo melhor, é ela que nos dá força de vontade depois de um dia cansativo e que nos faz pensar nos erros que precisam de ser corrigidos...
Ao olharmos para o fogo em si, veremos nele como que um mundo de sonhos, onde tudo é perfeito... ele transmite-nos essa perfeição... ao olhar-mos melhor, repararemos na pessoa do outro lado da chama, essa pessoa não é nada mais nada menos, que um nosso irmão, ele está a pensar exactamente o mesmo que nós...
É esta a perfeição, a amizade e plenitude que nos enche e que transposta na chama, nos guia e nos une, mostrando-nos que somos todos iguais e que juntos construiremos um mundo melhor... O mundo criado pela chama, sendo algo de perfeito, mostra-nos que coisas que no nosso mundo sejam más, lá conseguem ser melhores... a mão do homem é que as torna imperfeitas...
Esta chama não precisa de ser vista para estar presente, pois está dentro de nós e este mundo que ela contém é uma representação do mundo melhor que os homens podem criar... basta quererem...
Aos nos reunirmos com amigos e irmãos mais novos ou mais velhos todos partilhamos os sentimentos com esta força sobrenatural que é o fogo, e todos nos deixaremos levar com ele... no início é a entrada em que começamos a senti-la e a vive-la... a meio é o expoente máximo dos nossos sentimentos e da própria vida.... Por fim a paz se deixa transparecer, e de todos os sentimentos até agora sentidos, um deles prevalece... o cansaço. É este que por vezes não nos deixa captar a mensagem que a fogueira nos procura transmitir...




Organização de um fogo de conselho

Escolha do local do "fogo
-> Características

De preferência Plano;
Em forma de anfiteatro;
Amplo;
Afastado de entradas ou outras fontes de ruídos
Chão seco

->O local pode ser:

Livre (planalto, terraço de uma casa velha; etc.)
Rodeado (clareira, terraço de uma casa velha, etc.)
Tapado (tendo como fundo uma barreira de arvores, uma sebe, muro, etc.)


Preparação do Fogo de Conselho

->Aquilo que se vai realizar

Tipo de fogo
Grupos participantes e tempo de actuação (O fogo de conselho tem uma duração limitada, normalmente de 1h a 1h30)
Levantamentos dos números (É feito pelo animador do Fogo que na altura se informa do tipo de números que vai ser apresentado para estes serem organizados segundo o nº de entrada)

-> Preparação do programa

Os números poderão ser organizados da seguinte forma:
Números dramáticos
Números cómicos
Canções rápidas
Canções Lentas
Cânones
Diversos


Ritmo do fogo

4-Climax do fogo de conselho. Tempo de duração: 5 a 10 minutos
3-Parte muito rápida com a fogueira bem alimentada Tempo de duração: 15 a 25 minutos

5-Parte rápida moderada, alimenta-se pouco a fogueira Tempo de duração:15 a 25 minutos
2-Parte rápida e muito alegre. Tempo de duração:10 a 20 minutos 6-Parte lenta e suave. Tempo de duração:15 a 25 minutos
1-Acender do Fogo. Tempo de duração:7 a 15 minutos
7-Parte muito lenta. Fogueira em brasido. Tempo de duração:7 a 15 minutos
Começo Final
Diagrama do Desenvolvimento do fogo de Conselho


A FOGUEIRA

ABASTECIMENTO DA FOGUEIRA

O "arsenal' de lenha é preparado previamente antes do 'Fogo' começar;
O 'arsenal' tem local próprio no espaço do 'Fogo';
O "arsenal' deve estar em local que não estorve o 'Fogo';
O abastecimento é feito pelos ajudantes do Animador;
O abastecimento deverá ser feito no intervalo dos números para não perturbar as apresentações;
Os Tronco deverão ser colocados em forma de pirâmide;

CUIDADOS E PREVENÇÕES

O local tem de estar bem limpo e num raio de 3 a 4m em redor;
O local escolhido deve ser uma clareira, bastante larga, de tal forma que as labaredas e fagulhas subam;
Rapidamente e se extingam. No ar sem chegar às árvores ou vegetação;
Não usar papeis e palha como mechas, porque se elevam no ar com facilidade e demoram tempo a apagar-se;
Colocar junto do abastecimento da lenha, vários “batedores” dois baldes com areia, uma pá, uma enchada que servirão para apagar a fogueira no fim do “fogo”.

TIPOS DE FOGUEIRAS

________________________________________

PIRAMIDE

Utilização. Grandes Fogos de Conselho
Características. Não necessita de grande manutenção fornece bastante luz e calor
Descrição: A base é um quadrado de 1 a 1,2m de lado, com troncos muito grossos, indo o diâmetro diminuindo em altura até 1 a 1,2m do solo. O bloco central é constituído por, acendalha e lenha fina.


________________________________________

POLINESIA

Utilização: Fogo de conselho comunitários, em que os escutas se reúnem para conversar, cantar.
Características: Longa duração e manutenção simples, Dá pouca luz.
Descrição: Abre-se um buraco quadrado de 40cm de largura e outros tantos de profundidade. Coloca-se no fundo uma Pedras para suporte dos troncos que são dispostos a toda a volta sobressaindo um pouco do buraco.


________________________________________


ESTRELA

Utilização: Fogos de Conselho de patrulha ou equipe.
Características: Fogueira de grande duração, Dá pouco calor e luz.
Descrição- Traçam-se no chão 4 a 6 canais nos quais se colocam outros tantos troncos, esboroados rias pontas. No centro faz-se uma pequena fogueira em cone, que incendiará os troncos dispostos em estrela.

________________________________________

CANADIANA

Utilização: Fogos de Conselho de patrulha ou equipe
Características: Fogueira reflectora para aquecimento

________________________________________

sábado, 20 de março de 2010

Adoração a Cristo Sacerdote



Hoje, o Agrupamento 58 de Alcobaça em comunhão com a paróquia da Vestiaria e todas as paróquias por onde esta imagem de Cristo Sacerdote em peregrinação pela Diocese de Lisboa passa, pretende que o verso cantado nas promessas escutistas seja um sentimento de união e de partilha da graça de viver segundo as promessas de Cristo. Assim dizemos: “ Juro seguir Teus passos Como cristão E depor em Teus braços Meu coração”.
Nós, Escuteiros temos como divisa “Alerta para Servir” queremos com isto dizer de todo o coração que estamos unidos em comunhão, obediência e reverência, à voz do Senhor Jesus, a Quem seguimos, pelos caminhos da vida, sempre prontos na ajuda ao próximo.
Desejando acima de tudo, que neste mundo, cheio de nada, possamos dar testemunho edificante da mensagem de Cristo: “ Amai-vos uns aos outros como Eu vos Amei” e tendo como auxílio precioso a Humilde Serva do Senhor, a Mãe de Deus e Senhora nossa, apelamos a todas as pessoas para que neste momento façamos uma reflexão pelos nossos actos menos edificantes e ao irmos embora fique dentro de nós o espírito de humildade e fraternidade tão próprios dos filhos de Cristo.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Mensagem do Papa para esta Quaresma

Como escuteiros católicos que somos, devemos preparar o nosso coração, modelar as nossas atitudes, durante este tempo de Quaresma. Nada melhor para começarmos a nossa caminhada do que ouvir a mensagem do Papa.

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
O PAPA BENTO XVI
PARA A QUARESMA DE 2010

A justiça de Deus está manifestada
mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3, 21–22 )


Queridos irmãos e irmãs,

todos os anos, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida á luz dos ensinamentos evangélicos . Este ano desejaria propor-vos algumas reflexões sobre o tema vasto da justiça, partindo da afirmação Paulina: A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3,21 – 22 ).

Justiça: “dare cuique suum”

Detenho-me em primeiro lugar sobre o significado da palavra “justiça” que na linguagem comum implica “dar a cada um o que é seu – dare cuique suum”, segundo a conhecida expressão de Ulpiano, jurista romana do século III. Porém, na realidade, tal definição clássica não precisa em que é que consiste aquele “suo” que se deve assegurar a cada um. Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais intimo que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado á sua imagem e semelhança. São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena centenas de milhões de seres humanos á morte por falta de alimentos, de água e de medicamentos - , mas a justiça distributiva não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Como e mais do que o pão ele de facto precisa de Deus. Nora Santo Agostinho: se “ a justiça é a virtude que distribui a cada um o que é seu…não é justiça do homem aquela que subtrai o homem ao verdadeiro Deus” (De civitate Dei, XIX, 21).

De onde vem a injustiça?

O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se inserem no debate de então acerca do que é puro e impuro: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa tornar impuro. Mas o que sai do homem, isso é que o torna impuro. Porque é do interior do coração dos homens, que saem os maus pensamentos” (Mc 7,14-15.20-21). Para além da questão imediata relativo ao alimento, podemos entrever nas reacções dos fariseus uma tentação permanente do homem: individuar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas, a bem ver, têm este pressuposto: visto que a injustiça vem “de fora”, para que reine a justiça é suficiente remover as causas externas que impedem a sua actuação: Esta maneira de pensar - admoesta Jesus – é ingénua e míope. A injustiça, fruto do mal , não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal. Reconhece-o com amargura o Salmista:”Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-se no pecado” (Sl. 51,7). Sim, o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha, adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência do pecado original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, pegando no fruto misterioso contra a vontade divina, substituíram á lógica de confiar no Amor aquela da suspeita e da competição ; á lógica do receber, da espera confiante do Outro, aquela ansiosa do agarrar, do fazer sozinho (cfr Gn 3,1-6) experimentando como resultado uma sensação de inquietação e de incerteza. Como pode o homem libertar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor?

Justiça e Sedaqah

No coração da sabedoria de Israel encontramos um laço profundo entre fé em Deus que “levanta do pó o indigente (Sl 113,7) e justiça em relação ao próximo. A própria palavra com a qual em hebraico se indica a virtude da justiça, sedaqah, exprime-o bem. De facto sedaqah significa, dum lado a aceitação plena da vontade do Deus de Israel; do outro, equidade em relação ao próximo (cfr Ex 29,12-17), de maneira especial ao pobre, ao estrangeiro, ao órfão e á viúva ( cfr Dt 10,18-19). Mas os dois significados estão ligados, porque o dar ao pobre, para o israelita nada mais é senão a retribuição que se deve a Deus, que teve piedade da miséria do seu povo. Não é por acaso que o dom das tábuas da Lei a Moisés, no monte Sinai, se verifica depois da passagem do Mar Vermelho. Isto é, a escuta da Lei , pressupõe a fé no Deus que foi o primeiro a ouvir o lamento do seu povo e desceu para o libertar do poder do Egipto (cfr Ex s,8). Deus está atento ao grito do pobre e em resposta pede para ser ouvido: pede justiça para o pobre ( cfr.Ecli 4,4-5.8-9), o estrangeiro ( cfr Ex 22,20), o escravo ( cfr Dt 15,12-18). Para entrar na justiça é portanto necessário sair daquela ilusão de auto – suficiência , daquele estado profundo de fecho, que á a própria origem da injustiça. Por outras palavras, é necessário um “êxodo” mais profundo do que aquele que Deus efectuou com Moisés, uma libertação do coração, que a palavra da Lei, sozinha, é impotente a realizar. Existe portanto para o homem esperança de justiça?

Cristo, justiça de Deus

O anuncio cristão responde positivamente á sede de justiça do homem, como afirma o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “ Mas agora, é sem a lei que está manifestada a justiça de Deus… mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes. De facto não há distinção, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, por meio da redenção que se realiza em Jesus Cristo, que Deus apresentou como vitima de propiciação pelo Seu próprio sangue, mediante a fé” (3,21-25)

Qual é portanto a justiça de Cristo? É antes de mais a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura si mesmo e os outros. O facto de que a “expiação” se verifique no “sangue” de Jesus significa que não são os sacrifícios do homem a libertá-lo do peso das suas culpas, mas o gesto do amor de Deus que se abre até ao extremo, até fazer passar em si “ a maldição” que toca ao homem, para lhe transmitir em troca a “bênção” que toca a Deus (cfr Gal 3,13-14). Mas isto levanta imediatamente uma objecção: que justiça existe lá onde o justo morre pelo culpado e o culpado recebe em troca a bênção que toca ao justo? Desta maneira cada um não recebe o contrário do que é “seu”? Na realidade, aqui manifesta-se a justiça divina, profundamente diferente da justiça humana. Deus pagou por nós no seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Perante a justiça da Cruz o homem pode revoltar-se, porque ele põe em evidencia que o homem não é um ser autárquico , mas precisa de um Outro para ser plenamente si mesmo. Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da auto suficiência para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade.

Compreende-se então como a fé não é um facto natural, cómodo, obvio: é necessário humildade para aceitar que se precisa que um Outro me liberte do “meu”, para me dar gratuitamente o “seu”. Isto acontece particularmente nos sacramentos da Penitencia e da Eucaristia. Graças á acção de Cristo, nós podemos entrar na justiça “ maior”, que é aquela do amor ( cfr Rom 13,8-10), a justiça de quem se sente em todo o caso sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que aquilo que poderia esperar.

Precisamente fortalecido por esta experiencia, o cristão é levado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem e onde a justiça é vivificada pelo amor.

Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma culmina no Tríduo Pascal, no qual também este ano celebraremos a justiça divina, que é plenitude de caridade, de dom, de salvação. Que este tempo penitencial seja para cada cristão tempo de autentica conversão e de conhecimento intenso do mistério de Cristo, que veio para realizar a justiça. Com estes sentimentos, a todos concedo de coração, a Bênção Apostólica.

Vaticano, 30 de Outubro de 2009


BENEDICTUS PP. XVI

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Plano de Actividades do 1º trimestre de 2010

Plano de Actividades da IIIª Secção 2009/2010

JAN / 2010

8 / 9 10 Sex/Sab/Dom Acantonamento de Agrupamento (Belmonte)
16 Sab Actividade de Sede
23 Sab Empreendimento / 1ª Fase
30 Sab Actividade de Sede e Missa de Agrupamento (Alcobaça)

FEV / 2010

05 e 06Sex e Sab Conselho de GuiasOficinas: Culinária /
07 Dom Missa na Vestiaria
20 Sab Actividade de Sede
27 Sab Actividade de Sede e Missa de Agrupamento (Alcobaça)

MAR / 2010

5 / 6 / 7 Sex/Sab/Dom Acampamento de Secção
Conselho de Guias
Noções sobre escalada
7 Dom Missa de Agrupamento (Vestiaria)
13 Sab Actividade de Sede
19 e 20 Sex e Sáb Actividade
26 / 27 / 28 Sex/Sab/Dom Acampamento Apostólico com Promessas


Obs.: A Missa de Agrupamento que no plano de actividades estava marcada para o dia 14 de Março, após combinação entre a Direcção de Agrupamento, foi alterada para o dia 7 de Março.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Etapas de Progresso




Dentro de cada Secção existe um Sistema de Progresso que consiste em provas que cada elemento individualmente deve prestar de forma a evoluir no seu percurso como Escuteiro. Estas provas dividem-se em quatro Etapas: Adesão, Bronze, Prata e Ouro.

De seguida apresentam-se as provas referentes aos Pioneiros. Nas provas facultativas o Pioneiro deve escolher qual a prova que deseja fazer (podendo sempre fazer mais do que uma). Para o ajudar existem manuais próprios que explicam e ensinam as provas. As etapas de Adesão ao Movimento e à Secção no fundo funcionam como uma só etapa.





ETAPA DE ADESÃO AO MOVIMENTO

1. Descrever sumariamente a vida de BP e do Movimento Escutista.

2. Descrever em traços gerais a história do CNE, seus símbolos e insígnia associativa.

3. Descrever resumidamente a organização do agrupamento.

4. Descrever os distintivos de Agrupamento e uniforme.

5. Saber e pôr em prática os Mandamentos da Lei de Deus.

6. Demonstrar na sua vivência o conhecimento da Lei, Princípios e Divisa.

7. Utilizar correctamente os seguintes nós: direito, barqueiro, escota ou tecelão, pedreiro e nó de correr.



Etapa de adesão à Secção
1. Conhecer a organização da III Secção.

2. Conhecer a mística da III Secção.

3. Descrever os distintivos da Secção.

4. Integrar-se na vida da sua Equipa durante um período mínimo de 3 meses e conhecer a vida do patrono da sua equipa.

5. Participar activamente numa BA da Equipa ou Secção.

6. Participar numa actividade típica da Secção.

7. Descrever sumariamente a figura de São João de Brito.

8. Rezar a Oração do Escuta e descrever o cerimonial da Promessa e Compromisso.






ETAPA DE BRONZE


SAÚDE/SOCORRISMO:

Identificar os sintomas do estado de choque.

Facultativas:

- Saber como tratar das feridas e como aplicar os respectivos curativos segundo as normas actuais

- Saber genericamente os malefícios do uso de drogas

- Identificar sinais e sintomas de fracturas

DESTREZA FÍSICA:

Atravessar uma ponte: himalaia, de paralelas ou indiana

Facultativas:

- Praticar desporto com assiduidade, tendo em vista o desenvolvimento físico

- Praticar na Equipa jogos tipo: galo, vara, etc.

- Saber nadar


CULTURA/SOCIEDADE:

Conhecer os serviços ao seu dispor e o funcionamento de um órgão autárquico local (ex.: Junta de Freguesia, Assembleia, Câmara, etc.)

Facultativas:

- Visitar à escolha um local de utilidade social (ex.: farol, barragem, torre de vigia de incêndios, moinho, misericórdia, etc.)

- Conhecer em linhas gerais os Direitos da Criança



AMBIENTE/VIDA EM CAMPO:

Conhecer e identificar um ecossistema

Facultativas:

- Ter completado 10 noites de campo na Secção

- Saber quais os cuidados a ter com a plantação de árvores e outras plantas, bem como o modo de conservação e manutenção das mesmas

- Caracterizar a sua região quanto à vegetação predominante e ainda os tipos de cultura existentes

TÉCNICA:

Conhecer várias técnicas de orientação da carta topográfica, bem como alguns dos seus sinais convencionais: nortes, coordenadas, funcionamento de escalas...

Facultativas:

- Montar, desmontar, dobrar e fazer a manutenção da tenda da sua Equipa

- Utilizar correctamente as técnicas de abate de árvores num ambiente de simulação

- Conhecer e aplicar nós e ligações dos Exploradores, mais: sirga, salvação duplo, encapeladura ou cadeira de bombeiro

- Saber orientar-se pelo sol, estrela polar e indícios naturais

PREVENÇÃO E SEGURANÇA:

Identificar diversos tipos de plantas, sabendo distinguir três medicinais e duas venenosas

Facultativas:

- Conhecer sinais de trânsito, 15 de proibição e 15 de perigo

- Conhecer diversos tipos de extintores e a que tipo de fogos se destinam

- Conhecer os perigos dos pesticidas e similares no equilíbrio ecológico


ARTE E COMUNICAÇÃO:

Conhecer os princípios básicos da elaboração de uma notícia

Facultativas:

- Conhecer técnicas de moldagem e construção de kits

- Conhecer técnicas de sombras chinesas

- Saber aplicar várias caracterizações faciais

AJUDA AO PRÓXIMO:

Saber quais os cuidados a ter e forma de entretenimento duma criança dos 2 aos 6 anos

Facultativas:

- Ser capaz de manter conversação, usando sinais convencionais, com um deficiente auditivo

- Visitar com frequência uma pessoa idosa ou uma instituição de terceira idade

- Participar numa campanha de recolha de donativos de uma instituição de solidariedade social

VIDA DO MOVIMENTO/EQUIPA:

Conhecer a estrutura orgânica dos órgãos do CNE

Facultativas:

- Enunciar os motivos que levaram BP à criação do Escutismo

- Saber o que é um JAMBOREE

- Usar sempre o uniforme correctamente e com aprumo

A NOSSA FÉ:

Saber manusear o Novo Testamento

Facultativas:

- Conhecer os principais passos da história da Igreja

- Saber explicar o significado de cada um dos tempos litúrgicos mais importantes e as suas cores

- Saber o encadeamento de uma celebração da palavra




ETAPA DE PRATA


SAÚDE/SOCORRISMO:
Elaborar a ementa de uma actividade de fim de semana, para a Equipa, de acordo com os princípios dietéticos e cozinhando as respectivas refeições

Facultativas:

- Aplicar os primeiros socorros em caso de hemorragias externas

- Aplicar primeiros socorros num acidentado em estado de choque

- Demonstrar boa relação interpessoal com os elementos do sexo oposto numa vivência de respeito e crescimento mútuos

- Fazer manutenção da farmácia do Grupo

- Saber como proceder em caso de acidente



DESTREZA FÍSICA:

Realizar uma corrida (se possível em pista) de 2400m em 13/14 minutos (rapazes); 14/15 minutos (raparigas)

Facultativas:

- Nadar pelo menos 50 metros em 2 estilos

- Participar numa actividade desportiva que se realize na sua área

- Praticar um desporto de equipa


CULTURA/SOCIEDADE:

Participar numa acção de levantamento e recolha, na área da cultura popular tradicional, nomeadamente: folclore, artesanato, jogos tradicionais, música popular tradicional, contos e histórias populares, etc.

Facultativas:

- Executar um trabalho sobre a história da União Europeia

- Elaborar um trabalho relativo à mística da IIIª Secção

- Participar num jogo cultural na sua zona, apresentando um relatório

AMBIENTE/VIDA EM CAMPO:

Confeccionar cozinha selvagem num acampamento de fim de semana, incluindo pão

Facultativas:

- Construir e passar a noite num abrigo natural

- Fazer um ninho para aves e colocá-lo

- Participar activamente num acampamento de fim de semana, assumindo uma responsabilidade (cargo)

- Utilizar técnicas ecológicas na instalação do campo da sua Equipa designadamente na construção de latrinas, recolha e armazenamento de lixo


TÉCNICA:

Fazer um trabalho de construção utilizando os diversos tipos de nós e ligações que fazem parte da progressão do Explorador

Facultativas:

- Fazer uma excursão em que tenha de aplicar técnicas de orientação: azimutes, rumos, coordenadas topográficas ou outras e orientação nocturna

- Preparar e lançar uma espia para salvamento de um afogado: falcaçar a espia, aplicar o nó de salvação e enrolar a corda

- Fazer uma escada de corda e utilizá-la

- Fazer dois croquis, um de campo e outro de cidade, vila ou aldeia


PREVENÇÃO E SEGURANÇA:

Executar numa oficina (atelier) em que tenha de reparar e afiar as ferramentas mais usadas em campo: faca de mato, machada, serrão, etc., bem como executar protecções específicas para cada ferramenta

Facultativas:

- Realizar uma visita simples a um túnel, mina, fenda rochosa de acordo com as regras de segurança da actividade

- Descrever como actuar em presença de: sismo, trovoadas, inundações

- Arremessar uma bóia para a água e entrar dentro dela


ARTE E COMUNICAÇÃO:

Produzir um folheto tipo desdobrável descrevendo, por ex.: a História do seu Grupo, Equipa, Freguesia...

Facultativas:

- Moldar ou esculpir em barro ou noutro material o totém da Equipa

- Fazer e manter durante um período mínimo de 3 meses uma folha informativa do seu Grupo, a aplicar no jornal de Agrupamento e/ou boletim de Grupo e/ou jornal de parede do Agrupamento ou Grupo

- Executar um traje para a teatralização

- Elaborar um artigo tipo (press-release) para o boletim de Grupo ou de comunicação social

- Fazer uma reportagem fotográfica subordinada a um tema, expondo-a

AJUDA AO PRÓXIMO:

Prestar um serviço útil: reparação de uma torneira ou fechadura, rotura de cano de água, colocação de uma tomada, interruptor, antena de televisão, etc

Facultativas:

- Manutenção e asseio do Abrigo (sede) durante um período mínimo de 2 meses

- Participar numa BA de Equipa

- Participar numa campanha de reciclagem de excedentes


VIDA DO MOVIMENTO/EQUIPA:

Participar na elaboração do painel de Empreendimento

Facultativas:

- Levar um grupo de amigos a visitar o Agrupamento, explicando-lhes os métodos e os objectivos do Escutismo

- Conhecer em linhas gerais a Organização da AEP e AGP

- Manter um contacto internacional

A NOSSA FÉ:

Fazer partilha em Equipa

Facultativas:

- Fazer parte do coro ou grupo de liturgia da sua comunidade

- Preparar uma celebração

- Saber o porquê da dimensão espiritual no Escutismo segundo BP





ETAPA DE OURO


SAÚDE/SOCORRISMO:

Organizar debates conjuntos cujos temas fundamentais sejam: Relação homem/mulher; Uso de drogas; Outros;

Facultativas:

- Aplicar técnicas de imobilização a membros que apresentem fracturas

- Conhecer e saber utilizar técnicas de salvamento em caso de afogamento e electrocussão

- Ensinar outro Pioneiro a medir a tensão arterial


DESTREZA FÍSICA:

Organizar e realizar um torneio desportivo inter-equipas

Facultativas:

- Levar outros Pioneiros a participar numa actividade desportiva

- Nadar vestido 25 metros (calção, camisa e meias)

- Mergulhar a uma profundidade superior a 2 metros e trazer um objecto do fundo

- Animar a ginástica matinal da sua Equipa ou Grupo Pioneiro, no acampamento, pelo menos três sessões


CULTURA/SOCIEDADE:

Elaborar com a Equipa um jornal de parede da Secção

Facultativas:

- Animar uma oficina (atelier) sobre a História da ONU

- Debater em Equipa uma causa que prejudique as populações

- Participar/Animar um projecto social ou cultural


AMBIENTE/VIDA EM CAMPO:

Conceber um trabalho de preservação e defesa do meio ambiente a ser concretizado como uma oficina (atelier) num Empreendimento

Facultativas:

- Elaborar um trabalho para o Agrupamento, contendo: poluição da natureza, perigos dos pesticidas e similares no equilíbrio ecológico e reciclagens

- Dinamizar uma campanha sobre defesa do meio ambiente

- Possuir 20 noites de campo na Secção



TÉCNICA:

Planear (desenho e maquete) e coordenar uma grande construção (ponte, pórtico, torre...)

Facultativas:

- Montar um altar em campo e demais construções necessárias para a celebração da Eucaristia ao ar livre

- Executar em conjunto com a sua Equipa pequenos entalhes em madeira, utilizando técnicas de Pioneirismo (Froissartage)

- Transmitir e receber mensagens em Morse

- Montar em campo protecções para: vento, frio, lama, chuva e calor, explicando à sua Equipa as técnicas de execução


PREVENÇÃO E SEGURANÇA:

Conceber um plano de intervenção numa situação de emergência (ex.: queda de edifícios, fuga de gás, perigo de explosões, focos de incêndio, rebentamentos de canos de água, curto-circuitos, etc.); Apresentar este na Equipa e, se possível, no Grupo

Facultativas:

- Conceber para o seu grupo uma ficha técnica onde descreva as regras de segurança a ter em conta na montagem de: slide, rapel, ponte indiana, himalaia e paralela

- Descrever para o seu Grupo as regras a ter em conta na execução de uma instalação eléctrica

- Enumerar as condições necessárias para o governo de embarcações de recreio, impostas pela legislação


ARTE E COMUNICAÇÃO:

Preparar uma exposição final de Empreendimento para o seu Grupo/Agrupamento e/ou comunidade

Facultativas:

- Preparar para a sua equipa um "sketch" para apresentar em momentos de fogo de conselho ou convívio, utilizando técnicas de sombras chinesas, mímica, dança ou expressão corporal

- Conceber um audiovisual com um mínimo de 6 slides apresentando-os ao Grupo

- Fazer uma gravação áudio ou vídeo, de uma actividade


AJUDA AO PRÓXIMO:

Elaborar e animar uma acção de serviço na sua localidade

Facultativas:

- Colaborar numa instituição social da área

- Conceber e executar um objecto que tenha utilidade para o seu Grupo

- Acompanhar na sua localidade uma pessoa ou grupo do exterior


VIDA DO MOVIMENTO/EQUIPA:

Organizar uma actividade de fim de semana para a Equipa

Facultativas:

- Montar uma oficina (atelier) para o Grupo, de preparação de um Empreendimento

- Pintar, desenhar, modelar ou esculpir um trabalho para a Unidade

- Trabalhar em obras na sede ou noutro local



A NOSSA FÉ:

Ajudar o Assistente a preparar um tempo de animação da Fé

Facultativas:

- Desenvolver um trabalho escrito para apresentação à sua Equipa ou Grupo, sobre uma passagem do Novo Testamento

- Animar um tempo de oração e reflexão para a sua Equipa ou Grupo

- Preparar-se para o acto da Confirmação

domingo, 6 de dezembro de 2009

Nossa Senhora da Conceição


A Igreja celebra a 8 de Dezembro o dia da Imaculada Conceição de Maria Santíssima. É uma festa que se situa no início do ano litúrgico, Tempo do Advento, iluminando o caminho da Igreja rumo ao Natal do Senhor.
Imaculada Conceição é um dos importantes títulos com que é venerada a Virgem Maria.
O dogma Imaculada Conceição de Nossa Senhora foi proclamado pelo Papa Pio IX, em 1854, com a bula Ineffabilis Deus, resultado da devoção popular aliada a intervenções papais e infindáveis debates teológicos.

Em Portugal, o culto foi oficializado por D. João IV, filho de D. Teodósio e D. Ana Velasco, primeiro rei da dinastia de Bragança. Sendo um dos nossos feriados nacionais.

Em Vila Viçosa que D. João IV, devotíssimo da Virgem da Conceição, perante a imagem de Nossa Senhora da Conceição ofereceu Portugal à Mãe Imaculada de Jesus, depondo a coroa real aos pés da Rainha do Céu que, doravante, seria também a Rainha de Portugal. A que era somente Padroeira de Vila Viçosa passou a ser Padroeira de Portugal.
Para além do coroação de Nossa Senhora da Conceição, D. João IV reconhecendo a protecção eficaz da Padroeira do Reino pela libertação do domínio francês, criou a ordem militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
Depois desse grande momento, os reis, seus sucessores nunca mais puseram sobre a cabeça a coroa real.
A 8 de Dezembro, solenidade da Imaculada Conceição, Padroeira principal de Portugal.
No dia 7 de Dezembro pelas 21h haverá em Alcobaça a procissão da Igreja de Nossa senhora da Conceição para o Mosteiro de Alocbaça.
A III secção irá participar neste momento solene da Igreja.
No dia 8 de Dezembro haverá missa às 11h30min no Mosteiro.